São exatamente 3:10 da manhã and here I am. Isso é pra aprender a parar de ver filmes de madrugada. Tudo que passava na min
ha cabeça se resumia a um assunto: why not with me? As pessoas normais têm como meta de vida achar um namorado ou namorada que preencha um espaço que disseram pra eles que existe dentro dos seus respectivos peitos, essências, âmagos… (Não interessa o nome dado) E, a partir dessa informação, saem a procura desse seu preenchimento. Muitas das vezes acham; algumas dessas vezes, não merecem.
Você vê pessoas felizes (de verdade ou fingindo), vivendo esses seus romances e deseja uma experiência igual pra si. Você tem inveja. Por que não é você quem está passeando na rua de mãos dadas – às vezes até sem saber o que faz, só mesmo pra sentir que aquela pessoa está do seu lado? Eu quero uma pessoa pra poder discutir as cores do dia, pra rir da cara dela quando ela fizer uma careta ridícula, pra poder ver um filme romântico e depois pensar que você tem o seu home-made script, pra ficar preocupado em escolher um presente pensando na reação daquela pessoa quando abri-lo, pra poder viver a vida dela em relação a suas futuras atitudes.
É claro que existem amigos que estão com você em situações parecidas ou até iguais às descritas acima, mas o que eu e muitas pessoas procuramos é um toque a mais em todas essas ações. Desejamos ocupar o outro lado do nosso cérebro com essa pessoa (Sim, o cébebro. Eu não sei quem foi o retardado que disse que a gente ama com o coração. O que a gente sente no peito é uma reação física de vasoconstrição ou vasodilatação acarretada por uma liberação de hormônios e/ou substâncias específicas. Ceticismo mandou um oi pra todo mundo, beijos). Desejamos uma pessoa pra poder citar aquela frase de filme ou aquela letra de uma música que uma vez você escutou ou viu e se imaginou falando pra aquela pessoa. Aquela que você saberá que é a que você achou pra si; a sua pessoa. Desejamos entender de uma vez por todas o signifcado da expressão fazer amor.
Tudo é muito clichê? Muito cafona? Sim, mas porque não? Eu quero uma dose de cafonice na minha vida, uma dose de breguice, whatever. Óbvio que eu não quero sair por aí abrindo portas de carro pra ninguém, muito menos fazer serenatas em janelas alheias, mas eu quero a intensidade que as pessoas de épocas passadas diziam sentir (pelo menos os filmes dizem isso e eu gosto de acreditar), numa época em que você tinha que c-o-n-q-u-i-s-t-a-r alguém, e a conquista é a parte do processo que mais me encanta.
Eu sei que nunca vou sair por aí gritando eu te amo pra ninguém, muito menos usar técnicas de namoro atuais como sair colocando fotos com declaração de amor em sites de relacionamento, aliança de compromisso and that kind of stuff. Pra mim, é suficiente saber que existe a cumplicidade e, acima de tudo, a lealdade; saber que de um meio ou de outro você está conectado àquela pessoa e, por mais que tente fugir disso, você não consegue. Espero ansiosamente o dia em que direi minha frase preferida de gossip girl pra alguém (frase-título do texto), cantarei minha feel-good song ou simplesmente demonstrarei a frase ” I’ll be there for you”. Só nos resta esperar.
*Nota mental que virou escrita: eu não sei quem é essa pessoa que escreveu isso e o que ela fez com o outro ser que residia nesse corpo, mas… é isso ai
. E eu sei fazer parágrafos, só que eu não consegui separar as frases e também não queria e como eu não to nem ai pra estética mesmo, vai ficar assim.
“Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You’ll see them some day
Take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out”









Olha, nem sei se é minha vez, mas tô postando. Eu ia continuar o post do Ândre, mas aí eu tava escrevendo e percebi que faltava uma definição (a Matemática Discreta acabando com a minha vida aí, ó).